Não é novidade que estamos vivendo numa aldeia global conectados por milhões de máquinas capazes de nos tornar pertencentes ao admirável mundo virtual, algo semelhante ao que escreve Huxley em seu livro “Brave New World” em 1932, que narra um hipotético futuro onde as pessoas são pré-condicionadas biologicamente, e condicionadas psicologicamente, a viverem em harmonia com as leis e regras sociais, dentro de uma sociedade organizada por castas.
A comparação entre o mundo descrito por Huxley e o mundo virtual que ora se descortina aos nossos olhos, é que ambos assustam pela dimensão e capacidade de manipulação de pessoas. Hoje, é difícil saber quem é quem num relacionamento pessoal e profissional devido à facilidade que pessoa encontra para assumir diferentes personagens a todo instante.
Os meios de comunicação trazem uma infinidade de informações que conduzem às pessoas adotarem padrões comportamentais dos mais diversos tipos, influenciados pela propaganda apelativa, muitas vezes digna de arrepios, tendo em vista a mistura da realidade e ficção, pois é comum as pessoas variarem seu modo de vida de acordo com que se imagina ser.
Nesse contexto, vale destacar a condição de autenticidade e transparência nos relacionamentos sociais. Mas afinal, o que é ser autêntico e transparente numa rede social?
Segundo a psicóloga-clínica Ana Lúcia Pereira, “o indivíduo que faz uso da autenticidade não nega os sentimentos que experimenta, estando disposto a expressá-los abertamente. Essa postura faz com que consiga relacionar-se com as outras pessoas de maneira real, abrindo mão das aparências e fachadas estabelecidas pelos protocolos e formalidades socialmente impostos. Afinal, ser autêntico, portanto, significa ser real e genuíno”.
A pesquisa sobre autenticidade revela o quanto ser autêntico pode ser importante para a própria felicidade e bem-estar de uma pessoa, ressalta Amy Canevello, psicóloga da Universidade de Michigan. A pesquisadora destaca a importância do estudo, já que sugere que os benefícios da autenticidade podem atingir as pessoas em um relacionamento, propiciando a construção efetiva da relação.
Alguns motivos para praticar a autenticidade e transparência na rede social
•encontrar pessoas e fazer boas amizades;
•empreender um grande negócio;
•formar carteira de clientes importantes;
•fidelizar e prospectar clientes;
•buscar informações fidedignas para atingir objetivos;
•liderar pessoas que trabalham na equipe e atingir resultados;
•reduzir custos efetivos na empresa.
•buscar diversão e lazer;
•exercitar a memória;
•fazer bons cursos e aprender a ser e conviver numa sociedade em rede;
•participar de uma sociedade virtual responsável e preocupada com a essência do indivíduo.
Fonte de consulta:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Admir%C3%A1vel_Mundo_Novo
http://1mais1maiorque2.com.br/cases/como-autenticidade-e-transparencia-renderam-a-natura-1-milhao-de-consultoras/
Esse espaço tem como objetivo abrigar os registros acerca dos estudos relacionados às Unidades Curriculares do Mestrado em Pedagogia E-learning da Universidade Aberta de Portugal.
domingo, 19 de junho de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Cibercultura
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Cibercultura - Pierre Lévy
O presente relato tem como objetivo apresentar um comentário sobre a noção de Cibercultura do autor Pierre Lévy, citando três exemplos significativos.
Cibercultura é a forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônicas surgidas na década de 70, graças à convergência das telecomunicações com a informática. Ciberespaço é o espaço virtual para a comunicação disposto pelo meio de tecnologia. (Wikypédia).
As transformações ocorridas na sociedade nas últimas décadas, advindas da globalização nos vários campos acelerou o avanço das novas tecnologias da informação e comunicação (NTIC) e causou profundo impacto nas relações humanas, econômicas e sociais. A tecnologia que antes demorava algum tempo para se tornar obsoleta, agora é superada num piscar de olhos.
Sendo o Ciberespaço um “o espaço de comunicação aberto pela interconexão mundial dos computadores e das memórias dos computadores” (LÉVY, 1999, pág. 92) é salutar que os indivíduos possam dispor de ferramentas que promovam de forma veloz e infinita a circulação da informação almejando a comunicação entre milhares de individuos ao mesmo tempo.
O texto em questão apresenta como um marco referencial na história do mundo virtual e contribui para o avanço da construção de saberes acerca do fantástico cenário de conexões e interconexões de computadores, comunidade virtual e inteligência coletiva.
A primeira parte do texto de LÉVY apresenta de forma muito clara e objetiva os conceitos técnicos que exprimem e sustentam a cibercultura. Assim, facilita o entendimento sobre a relação entre a técnica, cultura e sociedade. A técnica determina a sociedade ou a cultura? Seria a tecnologia um ator autônomo, separado da sociedade e da cultura, que seriam apenas entidades passivas percutidas por um agente exterior?(LEVY, p 22) Quem é condicionada e quem é determinante? (LEVY p.25) Estaria a técnica a serviço do indivíduo ou o indivíduo a serviço da técnica? A inteligência coletiva seria veneno ou remédio para Cibercultura? (LEVY p. 29) .
Nesse admirável mundo virtual surgem os novos modos de relacionamento do indivíduo com a máquina, como isolamento e sobrecarga cognitiva pelo contato constante com o computador, a dependência pelo uso da internet, o sentimento de dominação pelas potências ou de exploração pelas sociedades menos desenvolvidas. Diante disso, há necessidade de ressignificar o modo de enxergar e interpretar o mundo, bem como o modo de se relacionar com os outros, consigo e com o universo. É mister que temperos como: interatividade, virtualização da comunicação, interfaces, programação e memória componham o cardápio do novo cenário.
A segunda parte do texto (LÉVY) trata das implicações culturais no desenvolvimento do Ciberespaço, ou seja, aborda as proposições para um mundo conectado e interligado por milhões de computadores gerando uma infinidade de informações a cada instante. Acesso de todos ao processo aos processos de inteligência coletiva, quer dizer, ao ciberespaço como sistema aberto de autocartografia dinâmica do real, da expressão de singularidades, de elaboração dos problemas, de confecção do laço social pela aprendizagem recíproca, e de livre navegação nos saberes (LÉVY p. 196).
Finalmente a terceira parte do texto aborda os problemas que surgem naturalmente nessa enorme teia virtual. Trata, também, dos conflituos de interesses e diversidade dos pontos de vista. Assim sendo, o grande desafio da sociedade contemporânea é selecionar o tipo de informação necessária à construção dos saberes que visem melhor qualidade de vida para todos.
Como exemplos de Cibercultura cito: as Redes Sociais, os Ambientes Virtuais de Aprendizagem e o Messenger.
Referências bibliográficas:
Lévy, P. (1999) Cibercultura. Editora 34, São Paulo,1999.
Cibercultura - Pierre Lévy
O presente relato tem como objetivo apresentar um comentário sobre a noção de Cibercultura do autor Pierre Lévy, citando três exemplos significativos.
Cibercultura é a forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônicas surgidas na década de 70, graças à convergência das telecomunicações com a informática. Ciberespaço é o espaço virtual para a comunicação disposto pelo meio de tecnologia. (Wikypédia).
As transformações ocorridas na sociedade nas últimas décadas, advindas da globalização nos vários campos acelerou o avanço das novas tecnologias da informação e comunicação (NTIC) e causou profundo impacto nas relações humanas, econômicas e sociais. A tecnologia que antes demorava algum tempo para se tornar obsoleta, agora é superada num piscar de olhos.
Sendo o Ciberespaço um “o espaço de comunicação aberto pela interconexão mundial dos computadores e das memórias dos computadores” (LÉVY, 1999, pág. 92) é salutar que os indivíduos possam dispor de ferramentas que promovam de forma veloz e infinita a circulação da informação almejando a comunicação entre milhares de individuos ao mesmo tempo.
O texto em questão apresenta como um marco referencial na história do mundo virtual e contribui para o avanço da construção de saberes acerca do fantástico cenário de conexões e interconexões de computadores, comunidade virtual e inteligência coletiva.
A primeira parte do texto de LÉVY apresenta de forma muito clara e objetiva os conceitos técnicos que exprimem e sustentam a cibercultura. Assim, facilita o entendimento sobre a relação entre a técnica, cultura e sociedade. A técnica determina a sociedade ou a cultura? Seria a tecnologia um ator autônomo, separado da sociedade e da cultura, que seriam apenas entidades passivas percutidas por um agente exterior?(LEVY, p 22) Quem é condicionada e quem é determinante? (LEVY p.25) Estaria a técnica a serviço do indivíduo ou o indivíduo a serviço da técnica? A inteligência coletiva seria veneno ou remédio para Cibercultura? (LEVY p. 29) .
Nesse admirável mundo virtual surgem os novos modos de relacionamento do indivíduo com a máquina, como isolamento e sobrecarga cognitiva pelo contato constante com o computador, a dependência pelo uso da internet, o sentimento de dominação pelas potências ou de exploração pelas sociedades menos desenvolvidas. Diante disso, há necessidade de ressignificar o modo de enxergar e interpretar o mundo, bem como o modo de se relacionar com os outros, consigo e com o universo. É mister que temperos como: interatividade, virtualização da comunicação, interfaces, programação e memória componham o cardápio do novo cenário.
A segunda parte do texto (LÉVY) trata das implicações culturais no desenvolvimento do Ciberespaço, ou seja, aborda as proposições para um mundo conectado e interligado por milhões de computadores gerando uma infinidade de informações a cada instante. Acesso de todos ao processo aos processos de inteligência coletiva, quer dizer, ao ciberespaço como sistema aberto de autocartografia dinâmica do real, da expressão de singularidades, de elaboração dos problemas, de confecção do laço social pela aprendizagem recíproca, e de livre navegação nos saberes (LÉVY p. 196).
Finalmente a terceira parte do texto aborda os problemas que surgem naturalmente nessa enorme teia virtual. Trata, também, dos conflituos de interesses e diversidade dos pontos de vista. Assim sendo, o grande desafio da sociedade contemporânea é selecionar o tipo de informação necessária à construção dos saberes que visem melhor qualidade de vida para todos.
Como exemplos de Cibercultura cito: as Redes Sociais, os Ambientes Virtuais de Aprendizagem e o Messenger.
Referências bibliográficas:
Lévy, P. (1999) Cibercultura. Editora 34, São Paulo,1999.
domingo, 10 de abril de 2011
Sejam bem vindos!
Este blog foi criado para publicar a produção de conhecimentos construídos no decorrer do Curso Pedagogia Elearning.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Estudante online
O estudante online apresenta perfil empreendedor, autônomo e organizado. Ele é capaz de planejar seus estudos.
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